A obra Medusa Placentária aborda questões complexas como o colonialismo, o racismo sistêmico, a subjugação física e cultural trazendo uma leitura brasileira sobre o confronto de referências históricas e artísticas tanto europeias quanto africanas que nos ajudam a compreender a política das identidades atuais.
Medusa Placentária situa-se entre colunas clássicas e pátio de honras usando como arma a própria imagem, pois constrói um altar para mulheres negras na sede do partido nazista alemão, aludindo as casualidades criadas, sendo que a imaginação desafia os cânones das historias da cultura branca. O colonialismo não é só a posse de objetos roubados dos povos africanos, está presente também no olhar dos que visitam os museus com esses objetos.




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