Para a cultura africana toda a existência é sagrada e o divino está em todo lugar.
“Colo mais quente” se insere no humanismo, circularidade e solidariedade das culturas de matriz africana.
Conhecer o colo mais quente de mulheres negras é conhecer suas resistências, suas dores, suas alegrias, seus ancestrais, suas aldeias, suas famílias, suas crenças, suas rezas, suas bênçãos, seus benzimentos, seus amuletos, suas enguices, ou seja, o divino, o humano e a natureza.





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